Inspiração

Viva o que você tem que viver

novembro 6, 2015
Viva o que você tem que viver - Invertisa

Nos últimos anos, pode-se dizer que minha vida passou por diversas transformações. Tanto na carreira como nos sentimentos e pensamentos, mas, principalmente, na maneira de enxergar o mundo.

Resumidamente:

Com 17 anos, entrei no curso de Publicidade e Propaganda da USP.

Com 18, era apaixonada pela minha área. Não tinha dúvidas da importância da comunicação e acreditava plenamente que ela tornava possível a transformação do mundo de diversas maneiras. E fui me aprofundando também nos estudos de Astrologia, graças ao meu pai que trabalha com isso há mais de 30 anos.

Com 19, fiz iniciação em reiki 1 e 2. Como lidava com muitas pessoas trabalhando em agências de publicidade, senti que precisava de um recurso que me ajudasse energeticamente.

Com 20, criei o Invertisa. Queria incentivar as pessoas a cuidarem melhor de si mesmas e poder inspirá-las de alguma maneira. E decidi fazer um curso de formação de Yoga pra conhecer mais dessa prática – e principalmente, da filosofia por trás dela.

Com 21, iniciei o curso de formação para terapeutas em Ayurveda (Medicina Indiana). E, ao terminar o curso de Yoga e depois de muitos meses refletindo, decidi sair do meu 4ª emprego em agência, porque trabalhar com publicidade já não me motivava e não fazia mais sentido pra mim.

Com quase 22, fui pra Chapada dos Veadeiros pela primeira vez para fazer um curso espiritual.

E portanto, com 22, minha visão de mundo simplesmente mudou.

Porque eu tive certeza de que estou no caminho certo – todos estamos, ainda queo saibamos exatamente qual é.

E percebi que precisamos viver sem medo de descobrir. E de deixar de lado o queo for: não for bom pra nós, não for o que amamos, nãfor o que faz nosso coração vibrar.

Por isso, aos 22, decidi que viveria tudo que quisesse da maneira que acreditasse.

Virei vegetariana. Por diversas razões, que expliquei melhor pra vocês nesse post.

E modelo. Porque sempre gostei da área e precisava de um trabalho flexível, que possibilitasse que eu tivesse tempo e energia para me dedicar aos meus outros mil projetos.

E organizei a primeira edição das Expedições pra Chapada dos Veadeiros com a Marcinha e a Mari, para levar inspiração e plenitude a um grupo de pessoas que foi mais do que especial (em breve farei um post contando mais sobre isso também!).

Onde eu quero chegar com essa retrospectiva?

No fato de que ainda não sei exatamente o que os próximos anos me reservam. E, sinceramente, decidi não me martirizar mais por não saber.

Mas se tenho uma certeza, é de que as coisas mudam. Os sonhos se transformam.

E não precisamos ter medo de mudar junto.

E se tem uma dica que posso passar, é essa: viva o que você tem que viver. Siga sua intuição e sua verdade interior. Ainda queo faça tanto sentido no começo, ou que ninguém te entenda muito bem.

Só você sabe o que precisa viver. Então viva! <3

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1 Comentário

  • Reply Ana novembro 10, 2015 at 12:30 pm

    Acabei achando seu blog por acaso (ou não) e acabei lendo esse post. Que realmente foi tudo que eu precisava no momento. Obrigada! bj

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